Novo aplicativo promete ser o “Uber de BabySitter” | Revista Pais&Filhos

Novo aplicativo promete ser o “Uber de BabySitter” | Revista Pais&Filhos

É POSSÍVEL AGENDAR E NEGOCIAR O PREÇO DAS BABYSITTER

Muitos pais acabam deixando de aproveitar um jantar romântico ou mesmo de comparecer a um evento do trabalho porque não têm ninguém para cuidar dos filhos.  Mesmo os que têm babá podem ter dificuldades de ajustar o horário no caso de uma programação noturna. Contratar uma profissional de última hora então, parece impossível. Fora a confiança em uma pessoa desconhecida… Nós sabemos que é difícil deixar nossos filhos e sair de casa. Mas é preciso e até saudável ter esse tempo livre. (mais…)

Aplicativo encontra babysitter para pais que não têm com quem deixar o filho | Blog Maternar

Aplicativo encontra babysitter para pais que não têm com quem deixar o filho | Blog Maternar

Imagine-se morando longe dos seus pais, amigos e parentes.

Apenas você e seu filho.  E um belo dia você precisa ficar fora de casa e não tem com deixar o filho. Foi isso o que aconteceu com a biomédica carioca Luciana Fernandes, 25, mãe da Mariana, de 6 anos. Morando há poucos meses em São Paulo, onde faz mestrado em biotecnologia na USP, ela montou uma agenda em que consegue passar as manhãs com a filha e à tarde, quando precisa estudar, manda a filha para a escola.

Só que Luciana teve  aula à noite e não conhecia ninguém que pudesse ficar com a filha. Ela recorreu então à busca do Google. “Procurei palavras como ‘babá por um dia’. Mas aí batia a insegurança por não ter referências. Aí encontrei o aplicativo e foi a melhor coisa que descobri nos últimos tempos. Não fico mais com medo de ter aula e não ter com quem deixar.”
A ClickSitter ajuda os pais a encontrarem profissionais especializadas _professoras e enfermeiras_ para cuidar de seus filhos. Pelo aplicativo é possível checar o perfil de cada profissional e verificar a disponibilidade de horário dela. (mais…)

Na economia do compartilhamento, a babysitter também chega pelo aplicativo | IDGNOW!

Na economia do compartilhamento, a babysitter também chega pelo aplicativo | IDGNOW!

Será que dá certo? Criadora do app ClickSitter, mãe e empreendedora, diz que seu sistema rigoroso de habilitação em 3 fases é seguro

A empreendedora Luciana Pereira, que também é mãe e profissional de Recursos Humanos com mais de 20 anos de experiência, lançou em janeiro deste ano um aplicativo móvel inédito, na linha da economia compartilhada: a ClickSitter, um app que se propõe a conectar mães que precisam de ajuda para cuidar dos filhos a profissionais especializadas na atividade de babysitter.

O segredo do projeto, segundo Luciana, é criar uma rede de confiança entre as duas partes. Para isso a plataforma aposta na alta capacitação das profissionais disponíveis; formas seguras de pagamento; recursos para tornar prático e assertivo o processo de contratação; e avaliação de cada chamado prestado.

A ClickSitter optou por conectar professoras e enfermeiras a famílias que precisam de cuidado para seus filhos em período de uma a 18 horas. A opção por essas profissionais garante que o atendimento seja especializado. Todas são atuantes no mercado ou, no máximo, seis meses desempregadas. Luciana comanda pessoalmente o rigoroso processo de habilitação em três fases das profissionais.

“Nós não avaliamos apenas o currículo das candidatas. Antes de habilitadas, elas precisam provar ter conhecimento e experiência em cuidado infantil nas suas áreas de atuação (pedagógica ou saúde) e também são testadas em situações comuns na relação pais-babysitting-filhos”, diz Luciana.

Passar pela prova não é fácil: apenas 2% das candidatas até hoje cadastradas foram habilitadas a oferecer seus serviços via aplicativo. Segundo dados fornecidos pelo ClickSitter, atualmente são 80 profissionais cadastradas e já foram realizados 320 atendimentos desde o lançamento do serviço que, por enquanto, está disponível apenas na Grande São Paulo, com previsão de se expandir para Brasília e Rio de Janeiro nos próximos meses.

Luciana Pereira é psicóloga de formação e pós-graduada em Gestão de Negócios e Grupos Operativos. Ela acumula mais de 14 anos de experiência como Diretora, gerente e outros seis como coordenadora de Recursos Humanos (RH). O conhecimento adquirido ao longo de sua carreira é usado, hoje, para habilitar as babysitters que prestam serviço através de sua startup.

Luciana trabalhou como coordenadora de RH da Unilever e depois gerente. Depois, como gerente de RH, passou por empresas como PepsiCo, Novartis Biociências S.A. e Archer Daniels Midland, uma empresa com mais de 33.000 colaboradores, onde atualmente trabalha.

A ClickSitter foi fundado por Luciana Pereira e Taric Andrade em janeiro de 2016. O aplicativo está disponível para download gratuito nos sistemas Android e IPhone.

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Nicho caracteriza segunda onda de startups que aproximam prestadores de serviço e clientes | Jornal DCI

Nicho caracteriza segunda onda de startups que aproximam prestadores de serviço e clientes | Jornal DCI

Há plataformas específicas para babysitters, fotógrafos, cabeleireiros e manicures, entre outros profissionais autônomos

SÃO PAULO – A crise econômica e o consequente aumento do desemprego têm impulsionado uma segunda onda de plataformas que aproximam profissionais autônomos e clientes interessados em seus serviços. Após uma primeira fase, entre 2010 e 2011, em que o modelo surgiu no Brasil com startups como a GetNinjas, entre outras, a aposta dos empreendedores hoje é segmentar ainda mais a área de atuação dos prestadores de serviços.

Agora, ao procurar um profissional, o contratante encontra empresas que oferecem trabalhos específicos, como os prestados por babysitters, fotógrafos e até os de um salão de beleza.

O empreendedor Tallis Gomes, que já tem experiência na área com a criação do EasyTaxy, fundou agora sua segunda startup, a Singu. O aplicativo desenvolvido por ele surge como opção para profissionais da área de beleza e cuidados pessoais que não têm um salão fixo onde atender. “O que nós fazemos é compartilhar a agenda desses prestadores de serviços. Eles são nossos clientes e nos contratam para que divulguemos seu trabalho. Servimos como se fossemos Páginas Amarelas”, explica, referindo-se ao antigo catálogo telefônico de anúncios impresso nessa cor.

Por meio da plataforma, o cliente pode receber em casa um profissional especializado em fazer unhas, cabelo, massagem e maquiagem. Os pedidos têm de ser feitos com duas horas de antecedência e os preços são tabelados pela empresa, que, atualmente, atende em São Paulo e no Rio de Janeiro.

Fundada em junho do ano passado, a startup funciona em modelo parecido com o do primeiro empreendimento de Tallis. Os prestadores de serviço atendem em rotas de acordo com a proximidade de onde são feitas as solicitações, e os lucros são divididos com a empresa: 30% do valor fica para a Singu, e 70%, com o profissional. Os pagamentos são feitos apenas com cartão de crédito.

“Ao recebermos solicitações de profissionais que queiram trabalhar conosco, a primeira coisa que fazemos é checar suas referências e ficha criminal. Em seguida, eles passam por um teste feito pessoalmente, e, se aprovados, entram em um processo de treinamento”, conta. O fundador e CEO da startup diz que preza pela qualidade dos seus prestadores de serviços para oferecer “um salão de beleza de luxo com preço de salão de bairro”.

Babysitter qualificada

Seguindo o mesmo conceito, Luciana Pereira e Taric Andrade criaram a ClickSitter. O aplicativo desenvolvido pelo casal em janeiro já tem 52 babysitters cadastradas, que atendem na Grande São Paulo.

Com a plataforma, os pais que por algum motivo precisam que seus filhos fiquem sob a supervisão de uma babysitter encontram um catálogo de profissionais e podem especificar quais cuidados especiais serão necessários com suas crianças durante o tempo do serviço. Os pedidos têm de ser feitos com 10 horas de antecedência, por meio de um aplicativo para celular.

“Trazemos um modelo diferente das agências tradicionais, pois damos a oportunidade para os pais escolherem os profissionais”, diz Andrade. Ele conta que as babysitters que fazem parte do sistema têm uma fonte de renda principal e entram no negócio como freelancers.

Assim como no caso da Singu, o ClickSitter fica com uma porcentagem fixa em relação ao valor da contratação. A diferença é que, neste caso, os prestadores de serviço não têm um preço tabelado pela empresa.  “Nós ensinamos elas a se ‘precificarem’, calculando tudo que se deve incluir no valor, como o deslocamento e o preço/hora”, explica o co-fundador da startup.

Para se cadastrar no aplicativo, os profissionais e os pais também passam por uma checagem de seus antecedentes e um período de testes para tornar o negócio confiável para as duas partes. “A ideia foi criar um serviço que trouxesse segurança e agregasse alguma coisa para as crianças. Buscamos profissionais qualificados para oferecer algo diferente. A televisão, por exemplo, tem que ser o último recurso a ser usado pelas babysitters”, afirma Andrade.

Fotógrafo para toda obra

Com modelo parecido, a FeeZoom aproxima fotógrafos e clientes. Criada há apenas dois meses na cidade de Imperatriz, no Maranhão, a startup oferece um catálogo de profissionais em um site para quem quer registrar suas comemorações.

O fundador Alkefran Albuquerque explica que teve a ideia no final de 2014, quando precisou contratar um fotógrafo para sua colação de grau. “Ao procurar por esses profissionais, vi que não existia uma maneira fácil de enviar e receber orçamentos rapidamente”, explica. Com a startup, os interessados podem fazer essa consulta de maneira mais rápida e prática.

Apesar de a plataforma permitir que haja negociação entre cliente e fotógrafo sobre o valor a ser cobrado, o CEO da FeeZoom afirma que pretende definir um preço fixo para esses prestadores de serviços, atuando de maneira semelhante à Singu e a ClickSitter.

Como está em fase inicial, até o momento o negócio não gera renda para o fundador e seu sócio Leandro Araújo. “Ainda não cobramos uma porcentagem sobre a contratação dos profissionais, mas, quando começarmos a fazer o pagamento on-line, definiremos uma taxa de 10% a 12% sobre o serviço”, adianta Albuquerque.

“Até o momento estamos com 30 profissionais de diferentes cidades cadastrados no sistema. Temos fotógrafos de Belo Horizonte, Santos, Curitiba, São Paulo e Rio de Janeiro”, diz.

Tallis Gomes, da Singu, avalia que a maior dificuldade enfrentada por essas startups é a questão da segurança. “O grande desafio é provar para as pessoas que elas podem confiar no aplicativo, pois vão contratar alguém que não conhecem”, explica.

Como são negócios em fase inicial e com no máximo um ano de funcionamento, as empresas ainda não divulgam o faturamento.

Marco Bissi

Post Original: http://www.dci.com.br/servicos/nicho-caracteriza-segunda-onda-de-startups-que-aproximam-prestadores-de-servico-e-clientes-id552457.html

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