É comum observar em crianças à nossa volta comportamentos inadequados. Existem os clássicos: “criança se joga no chão do shopping porque quer brinquedo”, “se recusa a dividir com os amigos”, “criança chora e faz birra só para testar os pais em público”, “joga a comida longe e só come o que quer”, e ainda muitas outras atitudes que a gente observa e pensa “espero que meu filho não faça isso”.

Mas educar os filhos é um desafio diário, e muitas vezes a gente observa esse comportamento mimado e desobediente nos nossos próprios filhos. Mas como educá-los?

Não existe fórmula pronta, e as necessidades das crianças mudam conforme a idade. As necessidades de um bebê de seis meses, por exemplo, são diferentes das de uma criança de 3 anos, mas alguns princípios simples podem ser aplicados na educação da criança em geral. Confira, neste post, algumas dicas de como educar os filhos:

Diga “não”

Para a psicóloga Rosana Augone, a chave de uma boa educação é saber dizer “não”. Nem sempre é fácil, pelo contrário, às vezes dá vontade de dizer “sim” só para acabar com a manha e conseguir um pouco de paz e silêncio.

Mas a saída mais fácil, nesse caso, cobra caro a longo prazo: se você não souber dizer “não” e se não se mantiver firme à sua palavra, vai criar uma criança sem referência de autoridade, que acredita que, se gritar, fizer birra e deixar todo mundo maluco, vai conseguir o que quer. Com isso, a criança se torna autoritária, impaciente, egocêntrica.

Seres humanos são contraditórios por natureza, mas é importante mostrar coerência nesse momento de impor limites. Toda situação social tem regras, e aceitar essas regras faz parte do amadurecimento da criança.

Seja firme

Não adianta dizer “não” e depois mudar de ideia ou ficar dando vários avisos – “vou contar até 10”, “vou contar até 10 de novo” e assim por diante. Se você disse que, se a criança não se comportasse, vocês iriam para casa, precisa avisar uma vez e ir para casa se o problema se repetir.

Assim, ela vai entender que você não está apenas ameaçando, mas que realmente exige uma mudança de comportamento. Para reforçar sua autoridade, fale baixo e mantenha-se calmo. Exaltação mostra que você não está no controle da situação.

Não blefe

Não dá para ameaçar com punições que serão impossíveis de cumprir: se você diz que a criança vai ficar 3 dias sem ver televisão, por exemplo, é possível cumprir isso? Se a TV fica na sala, a família inteira vai ficar sem ver televisão para que o castigo seja cumprido? É melhor pensar bem antes de estabelecer uma punição, pois você pode acabar punindo a família toda.

Não suborne

Arrumar os brinquedos depois de usar é uma obrigação. Dizer “se você guardar seus brinquedos, vamos para o parque” cria a dinâmica de que esse é um comportamento a ser recompensado – e aí a criança pode entender que só vale a pena arrumar o quarto se houver uma recompensa para isso. É preciso que ela entenda que todo mundo tem obrigações, e que, se todos cumprirem seu papel, todo mundo vive mais feliz.

Elogie

Se boa parte do trabalho dos pais é dar limites, isso só faz sentido se você aprecia as qualidades do seu filho, reconhece seus talentos e elogia o bom comportamento dele. Se você só disser “não” e só der bronca, vai fazer com que a criança tenha uma baixa autoestima e com que ela deixe de se esforçar para desenvolver seus pontos fortes – no fim das contas, ela só toma bronca mesmo. Um abraço e palavras de estímulo valem muito no dia do seu filho, tenha certeza.

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