Novo aplicativo promete ser o “Uber de BabySitter” | Revista Pais&Filhos

Novo aplicativo promete ser o “Uber de BabySitter” | Revista Pais&Filhos

É POSSÍVEL AGENDAR E NEGOCIAR O PREÇO DAS BABYSITTER

Muitos pais acabam deixando de aproveitar um jantar romântico ou mesmo de comparecer a um evento do trabalho porque não têm ninguém para cuidar dos filhos.  Mesmo os que têm babá podem ter dificuldades de ajustar o horário no caso de uma programação noturna. Contratar uma profissional de última hora então, parece impossível. Fora a confiança em uma pessoa desconhecida… Nós sabemos que é difícil deixar nossos filhos e sair de casa. Mas é preciso e até saudável ter esse tempo livre. (mais…)

Executivos deixam emprego para tentar negócio próprio | Valor Econômico

Executivos deixam emprego para tentar negócio próprio | Valor Econômico

Entre janeiro e dezembro de 2016, foram criadas quase dois milhões de empresas no Brasil

Segundo o Indicador Serasa Experian de Nascimento de Empresas. O número é recorde desde 2010 e 0,6% maior que o registrado em 2015, quando 1,96 milhão de empreendimentos foram abertos. A maior parte dos novos negócios surgiu por necessidade, consequência da crise no país. As pessoas perdem o emprego e veem no empreendedorismo uma opção para gerar alguma renda.

De qualquer forma, dentro desse contingente de novos empreendedores e mesmo com o cenário adverso, há quem tenha escolhido deixar um bom emprego para começar um negócio próprio. Nesses casos, é uma questão de opção e identificação de uma oportunidade de negócio. “Empreender, ainda que não seja a escolha da maior parte das pessoas, tem acontecido com mais frequência, porque o Brasil se tornou celeiro de startups e a tecnologia permite abrir o próprio negócio de forma mais barata”, afirma Karin Parodi, sócia da Career Center, consultoria de transição de carreira. “Passou a ser, de fato, uma opção profissional.”

Criou-se uma aura positiva em torno dessa escolha profissional e ainda hoje há quem olhe a carreira solo como algo fácil, sem chefe, sem horários e com muito ganho de dinheiro e prestígio. Só que não é bem assim. Empreender envolve um propósito de vida e deixa muita gente realizada, mas a trajetória não tem todo esse glamour que se imagina no senso comum. São meses – e às vezes até anos – sem ganhar salário, o que impacta em mudanças no padrão de vida pessoal e uma carga de trabalho intensa, ainda que se ganhe em flexibilidade de horário.

Também é uma aposta que se tornou mais arriscada com o tempo. Segundo o Sebrae, entre os negócios nascidos em 2012, o índice de sobrevivência chegou a 77% após os dois primeiros anos de vida. Já em 2014, entre os negócios abertos, estima-se que o índice de sobrevivência tenha caído para 67% após dois anos de vida.

“É preciso ter uma reserva financeira para viver por cerca de três anos”, enfatiza Ana Fontes, fundadora da organização Rede Mulher Empreendedora. “No começo, não se pode esperar depender da nova empresa para sobreviver.” Executivos que ocupam cargos de gestão e deixam seus empregos para empreender costumam demorar para ter retiradas iguais às que tinham como funcionários.

Bruna Guimarães, fundadora da Gupy junto com Mariana Dias, sabia disso quando deixou o cargo de gerente de recrutamento na Ambev. “Me planejei para ficar três anos sem salário”, conta Bruna, que deixou a multinacional de bebidas no começo de 2015. Para economizar, passou a dividir apartamento com a amiga e sócia e vendeu o carro para usar o transporte público.

Mariana Dias e Bruna Guimarães, que deixaram a Ambev para fundar a Gupy uma mudança no estilo de vida”, diz. A reserva financeira é importante porque faz com que o empreendedor não tome decisões impulsivas motivadas apenas pela necessidade imediata de dinheiro, e consiga olhar com mais cautela a estratégia da empresa.

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As férias de verão estão chegando: 5 cuidados que você precisa ter com seus filhos

As férias de verão estão chegando: 5 cuidados que você precisa ter com seus filhos

​Festas de fim de ano, calor e encerramento das atividades escolares, tudo isso indica: FÉRIAS!!! E esse momento deixa crianças e adultos ansiosos para aproveitarem cada segundo com viagens, passeios e muito descanso.

Mas para que tudo corra bem, é necessário que os pais tomem alguns cuidados para que as férias de verão sejam ainda mais proveitosas para todos, principalmente para os pequenos. Veja as nossas 5 dicas: (mais…)

Aplicativo encontra babysitter para pais que não têm com quem deixar o filho | Blog Maternar

Aplicativo encontra babysitter para pais que não têm com quem deixar o filho | Blog Maternar

Imagine-se morando longe dos seus pais, amigos e parentes.

Apenas você e seu filho.  E um belo dia você precisa ficar fora de casa e não tem com deixar o filho. Foi isso o que aconteceu com a biomédica carioca Luciana Fernandes, 25, mãe da Mariana, de 6 anos. Morando há poucos meses em São Paulo, onde faz mestrado em biotecnologia na USP, ela montou uma agenda em que consegue passar as manhãs com a filha e à tarde, quando precisa estudar, manda a filha para a escola.

Só que Luciana teve  aula à noite e não conhecia ninguém que pudesse ficar com a filha. Ela recorreu então à busca do Google. “Procurei palavras como ‘babá por um dia’. Mas aí batia a insegurança por não ter referências. Aí encontrei o aplicativo e foi a melhor coisa que descobri nos últimos tempos. Não fico mais com medo de ter aula e não ter com quem deixar.”
A ClickSitter ajuda os pais a encontrarem profissionais especializadas _professoras e enfermeiras_ para cuidar de seus filhos. Pelo aplicativo é possível checar o perfil de cada profissional e verificar a disponibilidade de horário dela. (mais…)

Novo aplicativo de babysitter promete ter uma ‘educadora’ em casa | PEGN

Novo aplicativo de babysitter promete ter uma ‘educadora’ em casa | PEGN

Algo totalmente novo

Um casal de São Paulo criou um aplicativo que disponibiliza professoras como babysitter. Os empreededores começaram a planejar o negócio em 2015. Investiram R$ 300 mil e lançaram o aplicativo em janeiro deste ano. Em seis meses, eles já tinha 200 famílias e 52 babás cadastradas. Em novembro de 2018 já são mais 1.000 famílias utilizando todos os dias, em 12 cidades e mais de 250 babysitters.

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